Depoimentos

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M.A.F. 21 anos

Confissões de uma Ex-Vagínica
“Sem a terapia eu nunca saberia que a minha disfunção era vaginismo. Nem sabia que existia nomenclatura para o meu “problema”, apenas sentia que havia algo muito errado comigo.
Eu já tinha mais de quatro anos de namoro, alguns meses de noivado, a certeza de que amava a pessoa que estava ao meu lado, pronta para o próximo passo e já havia tentado várias vezes consumar o meu amor. Cada tentativa era um martírio para mim, não passava das preliminares e eu já não aguentava ouvir das pessoas que era para relaxar e ir fundo. Afinal de contas, todas as mulheres passavam por isso e sabiam administrar a dor ou o ardor. Mas eu não entendia porque comigo era diferente, a dor era insuportável. E por mais que o meu noivo tentasse a penetração, por pedido meu, não tínhamos progresso algum.
Isso me afetava tanto, que pensei várias vezes em acabar o relacionamento por achar que nunca poderia completá-lo e que definitivamente sexo não era uma coisa para mim. Pensava na minha impossibilidade de realizar meu parceiro por completo, e tinha pesadelos com a nossa falida lua-de-mel… Apesar de ter o total apoio do meu noivo, de nunca ter passado por algum tipo de pressão, eu não me sentia uma boa namorada, faltava algo, que, a meu ver, era impossível de realizar.
Cheguei até a consultar uma ginecologista, falei que não conseguia ter relações sexuais e, depois de me examinar, disse para eu relaxar e me deu uma amostra de lubrificante. A decepção foi enorme, pois se nem uma médica sabia o que eu tinha, deveria ser algo muito grave.
 
Até que em um desabafo com a minha sogra, ela que tinha algum conhecimento, me deu uma luz do que provavelmente eu teria e marcou uma consulta com uma terapeuta sexual!!! Não via porque uma poderia me ajudar pois pensava que ajudava a melhorar o relacionamento dos casais em suas relações sexuais. Engano meu!
 
Na primeira consulta, a Doutora Christyne escutou todo o meu histórico de tentativas frustradas e diagnosticou-me como uma paciente vagínica (eu odiei o termo), me deu apoio e me explicou que a depender da paciente, a alta é rápida. Só acreditei vendo… Ia as consultas semanais e o tratamento consistia em exercícios e terapia para que eu largasse a ideia de que minha vagina era uma cavidade impenetrável. Me empenhei ao máximo e cada etapa vencida era uma alegria. Saía das sessões com um sorriso no rosto, por ter a certeza de que eu ficaria livre daquilo e que estava seguindo o caminho certo.
Em dois meses e meio, a Doutora me deu alta e pude pela primeira vez desde que comecei o tratamento tentar ter uma relação sexual completa com o meu noive. E uma semana antes de completarmos cinco anos de namoro, fizemos amor pela primeira vez. E o melhor de tudo, sem dor! Foi muito bom mesmo, nada daqueles sintomas que sentia antes… Não dá para descrever a emoção que foi!
Hoje tenho uma relação completa com o meu parceiro, com muito amor, companheirismo, carinho e o que eu não tinha antes… Sexo! Dizer que o tratamento foi fundamental e o único modo de ter minha realização é imprescindível.
Vou ser sempre grata a minha sogra e a Doutora Christyne que escutou minha saga, me ajudou e ficou feliz com cada passinho que consegui alcançar. Que ela continue estudando, descobrindo novas técnicas e sempre ajudando a mais pacientes vagínicas.”

Ivana Carla Cavalcante (Psicóloga e Sexóloga / Maceió)

“Quero falar de uma pessoa muito especial… Especial como ser humano, por ser portadora de uma alegria contagiante e de uma capacidade indescritível de encantar com seu jeito simples e carismático o público mais eclético que existe… Do cientista ao leigo.
 
Trata-se de uma “pequena grande” mulher, Christyne Rose. Ousada, destemida, capaz de encarar os mais fantásticos desafios, como o de unir qualidade de vida e muito profissionalismo – unindo a arte de escrever, pois é uma excelente escritora e a de falar, tendo como uma de suas paixões a atividade, que para ela é quase um lazer, a de ser palestrante e facilitadora de cursos, onde articula de maneira harmoniosa a cientificidade de seus conhecimentos com uma “overdose”de criatividade, dinamismo e empatia com seu público.”

A. G. 40 anos

“Quero falar de uma pessoa muito especial… Especial como ser humano, por ser portadora de uma alegria contagiante e de uma capacidade indescritível de encantar com seu jeito simples e carismático o público mais eclético que existe… Do cientista ao leigo.
Trata-se de uma “pequena grande” mulher, Christyne Rose. Ousada, destemida, capaz de encarar os mais fantásticos desafios, como o de unir qualidade de vida e muito profissionalismo – unindo a arte de escrever, pois é uma excelente escritora e a de falar, tendo como uma de suas paixões a atividade, que para ela é quase um lazer, a de ser palestrante e facilitadora de cursos, onde articula de maneira harmoniosa a cientificidade de seus conhecimentos com uma “overdose”de criatividade, dinamismo e empatia com seu público.”

S.M.C. 52 anos

“Em 2001 fui operada para retirar um cisto no ovário esquerdo. Quando o médico abriu minha barriga, além do cisto no ovário esquerdo, ele encontrou no ovário direito um adenocarcinoma. Foi feito uma histereoctomia total. Quando eu voltei para retirar os pontos ele me falou que tinha retirado os ovários e o útero. Com mais ou menos 45 dias voltei para revisão e falei para ele que não tinha conseguido ter relação sexual e, ele me respondeu que tinha retirado minha vagina e por isso eu não conseguia ser penetrada. Eu perguntei: eu estou mutilada Doutor? E ele me respondeu: infelizmente a senhora está mutilada e desenhou os ovários, o útero e a vagina, e falou: eu retirei tudo.
 Voltei para casa arrasada e, por mais que meu esposo tentasse não conseguia, doía muito. Fui a vários ginecologistas e todos foram unânimes em dizer que eu estava normal e não entendia porque eu não conseguia ter relação. Uma das ginecologistas que fui me encaminhou para uma médica que era ginecologista e cirurgiã, ela pediu alguns exames pré-operatórios e quando eu levei-os ela me falou que eu não conseguia ter relação porque eu achava minha vagina feia, isso me chocou muito e não voltei mais para ela. Outra médica me encaminhou para uma médica que é mastologista e cirurgiã geral. Ela me examinou e falou que não tinha nada para fazer comigo porque eu era uma mulher normal, e me encaminhou para a Dra. Christyne Rose, que é terapeuta sexual, pois achava que eu precisava de uma terapia. Não quis ir para ela. Fui a minha cardiologista e, conversando com ela meus problemas ela também me encaminhou para a Dra. Christyne Rose, eu falei que já tinha sido encaminhada para ela e que eu não tinha ido. Ela me deu um ultimato: só volte aqui quando você conversar com a Dra. Christyne Rose. Mais tarde liguei para ela dizendo que não tinha conseguido marcar a consulta, porque não tinha mais vaga naquele mês. Ela ligou para a Doutora e conseguiu um encaixe para mim. A consulta estava marcada para as 17h, eu estava tão ansiosa que cheguei às 14h e fiquei esperando. “A Dra. Christyne me examinou e falou o que as outras já tinham dito, que eu era uma mulher normal, que o que aconteceu comigo foi que eu tinha desenvolvido um” vaginismo secundário” e por isso aconselhou que eu fizesse uma terapia sexual; a princípio ela pediu que eu levasse meu esposo, mas como eu sabia que ele não iria, ela resolveu fazer apenas comigo, e assim foi feito sem que meu esposo soubesse que eu estava fazendo terapia sexual. Na 4ª sessão ela me liberou para eu tentar ter relação. Apesar de um pouco receosa, deu tudo certo e, quando voltei para ela já tinha tido três relações sem dor, normalmente. 
 
Agradeço a Dra. Christyne Rose pela grande ajuda que me deu, pois passei nove anos, me esquivando do meu esposo com medo dele fazer carícia em mim e com medo das consequências dessas carícias, pois eu estava certa de que não conseguiria ser penetrada e, ela me conscientizou que eu sou uma mulher normal como qualquer outra.”