VIDA: Meteoros de Surpresas

Vida! Palavra simples, significado complexo. Ora amarga e, para poucos, muitas vezes tão doce. Ora difícil e, para alguns, tão fácil de ser vivida.

  • Publicado em 10 de março de 2018

Vida! Palavra simples, significado complexo. Ora amarga e, para poucos, muitas vezes tão doce. Ora difícil e, para alguns, tão fácil de ser vivida. Ora turbulenta, para outros, apenas barulhenta, barulhos da alma, tremores do corpo, batidas de um coração sempre em ritmo de festa. Uma autêntica e maravilhosa “caixinha de surpresas”.
E, o que é realmente a VIDA? Como diz Gonzaguinha, é a batida de um coração, uma doce ilusão, a beleza de ser um eterno aprendiz, é bonita, é bonita e é bonita.
Pois é, assim é a vida, para aqueles que carregam no peito a ousadia e a determinação de ser feliz, ela é reticente, ela é repleta de surpresas, ela é contagiada de imprevistos, acontecimentos e até mesmo, fenômenos. Fenômenos quase que “paranormais”, para aqueles que ainda cultivam o fantasma da onipotência.
E, nessa fantástica viagem vamos acumulando experiências nos ensaios e nas estreias, às vezes passamos quase que a vida toda ao lado de nosso grande e verdadeiro “AMOR” e sequer o enxergamos, outras vezes esse tal “Amor” está tão distante, que jamais poderíamos imaginar encontrando.
Que grande e orgástica loucura é a VIDA!
Um parque de diversão, para os lunaticamente “otimistas”, para aqueles que desenvolveram a sabedoria para degustar e desfrutar de cada instante mágico, no aqui e agora, no hoje, no presente, para aqueles que driblam o medo do amanhã e afastam de se o desejo das “certezas” e conseguem mergulhar no êxtase das incertezas, que é a única certeza que a VIDA nos oferece.
Então, ao falar de VIDA, logo falamos de Amor e ao falarmos de AMOR, falamos de histórias, de encontros, desencontros e reencontros.
Falemos neste conto de histórias de vida e de amor, de surpresas, de encontros e de reencontros.
Será mesmo que existe “amor à primeira vista”? E amor misturado com altas doses de paixão aos quase 40, 50, 60, 70, 80?
Para os incrédulos, isso tudo é puro delírio; para os poetas, magia e para “nós”, VIDA!
E as histórias de amor?
Que mistério é esse?
Que sensação insana é essa, chamada PAIXÃO?
Será que tudo está escrito, apenas à espera da coragem dos protagonistas?
Então, atenção, apertem os cintos, a vida vai decolar! É hora de soltar as asas, as asas da imaginação, coragem, ousadia. É hora de pensar em si, apostar, gritar, viver! AMARRRR de novo, o novo!
E assim “se for sonho não nos acorde, precisamos flutuar, pois só quem sonha consegue alcançar”!
O encontro ou reencontro pode ser perfeitamente mágico, olhares, abraços, beijos ardentes, conversas intermináveis, química, pele, cheiros, sabores, uma explosão de sexo, o desejo de uma nova história em nossas vidas.
E ainda há quem não acredita no amor e, ainda há quem foge da paixão e, ainda há quem diga que o amor tem idade para começar – que pena dessas pessoas preconceituosas!
Amor, presente divino!
Amor, presente para quem é determinado!
A vida nos convida a todo instante a flexibilidade, ao movimento, a abertura para o novo. Aquele que insiste em permanecer em linha reta está vulnerável a ser “atropelado” pelas surpresas que aparecem como meteoros, sem avisar e de forma galopante.
Por que algumas pessoas “reclamam” tanto por não encontrarem seus pares e outras encontram com tanta facilidade?
Será mesmo facilidade? Ou talvez tranquilidade?
Pois é, para facilitar encontros, é “sine qua non” encontrar-se, encontrar-se consigo mesmo, estar e ser enamorado por si mesmo, ter uma auto-estima elevada – amar-se em primeiro plano, de maneira livre e leve, pois a carência de amor próprio é o mais miserável obstáculo para que o amor ao próximo flua com harmonia e sintonia.
Felizes aqueles que desenvolveram e mantém esse estado de bem-estar, pois só assim torna-se um pólo capaz de “atrair” para seu campo vivencial, pessoas especiais e assim iniciar a construção de uma relação também especial.
Jogar fora os medos, destrancar as algemas, desatar os nós e, mergulhar de cabeça na imensa onda chamada AMOR!
E, desta maneira ser capaz de amar e ser amado, olhar e ser olhado, sentir e ser sentido, afinal a vida é para quem tem coragem!
E nesta rota curvilínea, nesta roda gigante, neste parque de diversão é que a vida e o amor se encontram e brincam de mãos dadas, lado a lado, construindo “castelos” iluminados pelos meteoros da paixão, afinal, por que não ser otimista, brincalhão e até mesmo utopista?
Pois, metade de nós pode ser AMOR, e a outra TAMBÉM!

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